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As consequências de uma má alimentação na Gravidez

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Ter um filho é o sonho de muitas mulheres, e o momento da gravidez é, sem dúvida, um período de muitas dúvidas. Além de questões triviais, como a mudança na rotina, a escolha do nome, os nervos à flor da pele, a confecção do enxoval e todas as inúmeras incertezas que começam a rondar o universo das mamães, algumas coisas merecem um destaque especial, como o cuidado com a saúde. É indispensável entender que, a partir do momento em que se descobre a gravidez, a preocupação com o bem estar deve ser dobrada, e isso inclui intrinsecamente a questão da alimentação.

Riscos da má alimentação

Ter uma má alimentação pode trazer grandes danos tanto para a gestante, quanto para o bebê. Dentre os principais problemas que podem surgir decorrentes de uma dieta má estruturada, está a possibilidade de tornar a gravidez algo de alto risco, consequência de uma possível anemia e desnutrição da mamãe. A probabilidade de ocorrer um parto prematuro torna-se maior quando a gestante não se alimenta de forma adequada, e isso pode acabar afetando a criança não momentaneamente, mas por toda a vida, como problemas no crescimento e dificuldade na aprendizagem.

Segundo uma pesquisa realizada há alguns anos pelo Centro Nacional de Pesquisas de Primatas, a má alimentação na gravidez, além trazer problemas físicos ao bebê, pode alterar também seu estado psicológico, fazendo com que a criança desenvolva um grande nível de stress. Os cientistas afirmam que a falta dos nutrientes necessários faz com que ocorram algumas inflamações dentro da placenta, deixando o bebê exposto a essas más proteínas denominadas citocinas, responsáveis pelo bloqueio da serotonina.

Alimentos ideais para as gestantes

Procurar manter uma dieta saudável é crucial para determinar a saúde não só da mamãe, mas do bebê também. Ingerir alimentos ricos em ácido fólico, que pode ser encontrado em vegetais verde-escuro é uma ótima opção na hora de prevenir a má-formação do tubo neural. O ômega 3, que está presente na castanha-do-pará e em determinados tipos de peixes, como atum e salmão, é excelente para ajudar a desenvolver o sistema nervoso central do bebê, reduzindo também o risco de acontecer um parto prematuro. Comer ovos pode ser uma boa pedida, afinal de contas, eles possuem um composto de mais de 12 vitaminas e minerais, além de várias proteínas que auxiliam na formação das células do bebê. O pão integral tem como característica dar uma mãozinha para o intestino, fazendo com que a mamãe se sinta melhor. Comer carne bovina magra, como o patinho, é uma excelente forma de diminuir o risco de anemia durante a gravidez, além de acrescentar também seu alto teor de vitaminas na formação dos músculos, órgãos e tecidos do bebê. O consumo de alimentos ricos em magnésio, como soja, cacau, cereais, frutos do mar, feijões, nozes e ervilhas também é importante para que o bebê tenha uma boa formação.

Alimentos ideais na gravidez

Alimentos ideais na gravidez

Evitar ingerir uma quantidade grande de líquidos que contenham cafeína, alimentos com alto índice de corantes, não fumar, nem fazer uso de bebidas alcoólicas e não tomar medicamentos sem uma orientação médica são cuidados que fazem toda a diferença para que o bebê venha ao mundo lindo e saudável.



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